Mega Man 10

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O melhor: O design dos estágios | O pior: Pagar para se jogar com o Bass

Se existe um personagem que pode ser considerado um ícone da era 8-bits, é o “Mega Man” (o Mario não conta). O primeiro jogo foi lançado em 1987 e foi um sucesso instantâneo, introduzindo mecânicas originais, liberdade na escolha de estágios e estratégia no uso das diferentes habilidades.

Mas depois de mais de 20 anos e inúmeros spin-offs, a série principal ficou repleta de inovações e personagens que se prejudicaram o gameplay, por isso, a Capcom resolveu voltar ao básico e lançar o fantástico “Mega Man 9” no ano passado.

Tirando todos os excessos, com gráficos e músicas deliciosamente retrô, “Mega Man 9” trouxe de volta tudo que a série tem de melhor: controles perfeitos, estágios com designs complexos e um genuíno, mas justo, desafio. E agora a Capcom lança, nesses mesmos moldes, “Mega Man 10”, que apesar de não superar certos aspectos do seu antecessor, é uma ótima diversão merecedora do nome “Mega Man”.

A história é simples. Robôs do mundo inteiro estão sendo vítimas de uma doença chamada Roboenza e, quando a irmã de “Mega Man”, Roll, é contaminada, ele vai tirar satisfações com um suposto culpado, o nefasto Dr. Wily. Mas Wily diz não ter nada a ver com o caso (é claro), e que Mega Man terá que derrotar os oito Robot Masters para recuperar os pedaços da máquina com a cura do vírus.